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A Homenagem foi publicada no blog do Apóstolo Júnior Bueno de Açailândia, para ver o blog do Apóstolo CLIQUE AQUI!
Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos. Sal 116:15
Deus é soberano! Isto é fato. Em sua soberania Ele toma as decisões que em seu foro intimo, julga ser necessário, e uma vez que decidimos entregar o controle de nossas vidas em suas mãos, cabe a nós aceitar sem buscar entender as decisões que Ele soberanamente toma, mesmo ferindo a nossa alma.
Quem somos nós, pobres mortais, que não conseguimos distinguir o hoje do amanhã; quem somos nós, criaturas finitas e desprovidas da visão clara do eterno, questionar o que nossa alma limitada sente hoje?
Entretanto, por mais que sejamos cônscios disso, arrazoar parece ser mais razoável, para quem é pego de súbito e precisa administrar as decisões daquele que é o criador, doador e mantenedor da vida.
Domingo á tarde, (para nós); o grande dia raiou para irmão Edimar, pois o Senhor Deus olhou para a terra e contemplou seu servo em uma viagem, e decidiu chamá-lo a uma viagem maior colhendo esta preciosidade ao descanso eterno. Em um fatídico acidente na rodovia Belém-Brasilia nasceu a justificativa para esta colheita.
Precisamos de fatos, pretextos, para estabelecer marcos em nossa história, limites em nossos relacionamentos, razões que justificam nossas emoções até para sermos nós mesmos. Se tudo isto é necessário, então aí está a causa humana: um acidente.
Mas se queremos nos desvencilhar do humano, do exaurível, teremos que mergulhar no espiritual e entendermos: FOI UMA COLHEITA.
O sorriso cativante, a alegria contagiante, a fé irradiante deste herói da fé, deixa sua marca entre nós, para destilar as riquezas de sua vida nas mansões celestiais.
Chorar por sua partida é um contraste com a alegria que marcou a vida de irmão Edimar. Porém o choro é a expressão de nossa alma que não pode ser descrita com palavras; quando choramos permitimos que o nosso homem interior se expresse, exteriorizando de forma tênue, porém constante a convulsão que invadiu nosso coração.
Não podemos nos impor a suspensão do choro, pois o próprio Cristo chorou diante do túmulo de Lázaro; e além do mais, quando assim o fazemos, alcançamos uma difícil bem aventurança: Bem aventurado os que choram porque eles serão consolados.
Questionar as causas que levou o Eterno Deus colher este herói que fará tanta falta entre nós, é no mínino ser egoísta com Aquele que entendeu que esta alegria, estava fazendo falta nos céus!
O que fazer então diante deste vendaval de emoções?
Devemos guardar firme a bendita esperança da manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus! Pois se não fosse esta perene esperança, seríamos miseráveis criaturas e teríamos que admitir que o braço que nos acolheu nos orientava para a morte; e que os seios que nos amamentaram, nos conduziriam para a sepultura. Uma vez que entendemos esta premissa, sabemos que enquanto se rompia o choro em nossos olhos, a dor embargava nossa voz e incrédulos não queríamos admitir a notícia, os céus abriam seus portões e em coro recepcionavam este que alcançou a última das bem aventuranças: registrado em Apocalipse 14.13 (NTLH) “Então ouvi uma voz do céu, que disse: — Escreva isto: Bem Aventurados os que desde agora morrem no serviço do Senhor! — Sim, isso é verdade! — responde o Espírito de Deus. — Elas descansarão do seu duro trabalho porque levarão consigo o resultado dos seus serviços.
Devemos guardar em nossas mentes e em nossos corações o testemunho de irmão Edimar que como apóstolo Paulo, pôde dizer: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. II Tm 4.7!
Devemos confortar o nosso coração, pois ele se uniu ao coro celeste, que já tem em seu rol, Luiz de França Moreira, irmã Maroca, Francisco Bueno de Freitas, Jairo Saldanha de Oliveira, e tantos outros que aguardam o soar da última trombeta!
Devemos cantar o hino que diz: … Desejamos ir lá, desejamos ir lá, que alegria será, quando nós nos encontrarmos lá…”
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